Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp

  11:30

Pai é preso no Piauí por estupro de filhas de 2 e 5 anos; tentou envenenar família 

 Foto: Reprodução

Um homem de 54 anos foi preso, nesta terça-feira (29), suspeito de estuprar as próprias filhas de 2 e 5 anos e tentar envenená-las para encobrir os crimes em Timon (MA). Segundo a Polícia Civil do Maranhão, um dos abusos foi cometido na frente do filho dele, de 6 anos.

A prisão ocorreu na Vila Irmã Dulce, na Zona Sul de Teresina, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal de Timon.

De acordo com a investigação da 18ª Delegacia Regional de Timon, o abuso contra a menina de 2 anos foi descoberto em fevereiro deste ano, quando a criança reclamou de dores para a mãe e fez "afirmações sugestivas de abuso sexual".

Já em março, a filha de 5 anos relatou à mãe que também teria sido vítima de abusos. O irmão dela, de 6 anos, teria presenciado pelo menos uma das situações.

"A escola confirmou que a criança apresentava abalo emocional, choro persistente e medo extremo de ser buscada pelo genitor", afirmou a polícia.

As crianças relataram que eram pressionadas a não contar os abusos à mãe, sob ameaças de morte e de envenenamento.

Tentativa de envenenamento

A Polícia Civil também investiga tentativas de envenenamento depois que uma das filhas do homem passou mal após receber um pedaço de bolo entregue pelo pai. A criança apresentou vômitos, tremores e dores abdominais e foi socorrida em seguida.

O suspeito ainda é investigado por descumprir medidas protetivas determinadas pela Justiça. As investigações apontam episódios de ameaças e tentativas de intimidação contra a ex-companheira e as crianças.

"A genitora também relatou que o suspeito tentou entregar chocolates sob suspeita de estarem envenenados e ameaçou invadir a residência para esfaquear a família", acrescentou a polícia.

O caso segue em sigilo para preservar as vítimas e permitir a continuidade das investigações. Novas diligências e perícias devem ser realizadas.

Fonte: G1

Mais de Polícia